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	<title>Luiz Gastão, Autor em Global Soul</title>
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		<title>Reluzentes Castelos e Deliciosos Vinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Gastão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 20:02:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Vale do Loire oferece enorme diversidade de uvas e terroirs cercadas pelos mais lindos e famosos castelos do mundo Exuberantes castelos, vilarejos pitorescos e encantadoras colinas às margens do maior e mais famoso rio da França sempre foram os cartões postais do Vale do Loire. O que muitos não sabem é que trata-se de [&#8230;]</p>
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O que muitos não sabem é que trata-se de uma das regiões vinícolas com mais diversidade de estilos e características da França. De tintos a brancos passando pelos rosés e espumantes, leves ou potentes, secos ou doces, o Vale do Loire presenteia o mundo com vinhos construídos com mais de 2000 anos de história. O Vale do Loire é banhado pelo rio Loire, considerado patrimônio mundial pela Unesco desde novembro de 2000 sob a denominação de “paisagem cultural”. É o rio mais importante e cultuado pelos franceses. Em suas margens estão mais de 1.000 quilômetros de adegas nas colinas, vilas e chateaux que vão desde a cidade de St Nazaire no Atlântico até as cercanias de Nevers já na Borgonha.</p><figure id="attachment_71523" aria-describedby="caption-attachment-71523" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Chateau-de-Chenonceau-sobre-o-Rio-Cher.jpg"><img class="size-full wp-image-71523" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Chateau-de-Chenonceau-sobre-o-Rio-Cher.jpg" alt="" width="525" height="348" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Chateau-de-Chenonceau-sobre-o-Rio-Cher.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Chateau-de-Chenonceau-sobre-o-Rio-Cher-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71523" class="wp-caption-text">Chateau de Chenonceau sobre o Rio Cher.</figcaption></figure><p>Por sua atmosfera mágica e bela o Vale do Loire, conhecido como o Jardim da França, viu crescer durante centenas de anos vultosos castelos às margens do rio Loire. Era a região escolhida por reis, rainhas e nobres. Talvez por isso pareça até hoje ter saído de um conto de fadas. São mais de 110 chateaux de reputação mundial que começaram a ser construídos desde a época da renascença. Entre os mais famosos estão os castelos de Chinon (idade média), de Amboise (séc.XV), de Chambord e o de Chenonceau (séc. XVI) e o de Cheverny (sécs. XVII e XVIII). Até o século XIX muitos castelos ainda foram erguidos na região. Atualmente vários estão abertos para visitação pública e guardam tesouros que vão além das obras de arte, dos ricos móveis, tapeçarias e construções magníficas. Visitar os Chateaux é viver os bastidores da história e voltar no tempo da forma mais gostosa possível.</p><p><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Tabuas-de-queijos-do-Restaurante-Lion-DOr-em-Romorantin.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-71528" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Tabuas-de-queijos-do-Restaurante-Lion-DOr-em-Romorantin.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Tabuas-de-queijos-do-Restaurante-Lion-DOr-em-Romorantin.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Tabuas-de-queijos-do-Restaurante-Lion-DOr-em-Romorantin-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a></p><p>A região é ainda um grande berço da enogastronomia do mundo e uma de suas marcas inconfundíveis são os queijos, principalmente os insuperáveis Chèvre, elaborados a partir de leite de cabra. São uma religião e uma unanimidade em toda a França. Nas cercanias de Nantes temos o famoso Crémet, em Chinon o espetacular Ste-Maure e entre Tours e Sancerre temos dois muito especiais, o Selles sur Cher (Cher é um dos importantes afluentes do Loire) e o Crottin de Chavignol.</p><figure id="attachment_71531" aria-describedby="caption-attachment-71531" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinha-de-Chenin-Blanc-de-Nicolas-Joly-com-o-Loire-ao-fundo.jpg"><img class="size-full wp-image-71531" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinha-de-Chenin-Blanc-de-Nicolas-Joly-com-o-Loire-ao-fundo.jpg" alt="" width="525" height="380" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinha-de-Chenin-Blanc-de-Nicolas-Joly-com-o-Loire-ao-fundo.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinha-de-Chenin-Blanc-de-Nicolas-Joly-com-o-Loire-ao-fundo-300x217.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71531" class="wp-caption-text">Vinha de Chenin Blanc de Nicolas Joly com o Loire ao fundo.</figcaption></figure><p>Falando de vinhos trata-se de uma região com grande e diversa seleção de uvas em várias apelações de origem controlada (AOC – Appelation d’Origine Controlé). A parte leste da região sempre foi mais conhecida pelas uvas Sauvignon Blanc para os vinhos brancos e Pinot Noir para os tintos e rosés.</p><figure id="attachment_71530" aria-describedby="caption-attachment-71530" style="width: 240px" class="wp-caption alignright"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Trio-de-preciosidades-de-Nicolas-Joly.jpg"><img class="size-full wp-image-71530" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Trio-de-preciosidades-de-Nicolas-Joly.jpg" alt="" width="240" height="191" /></a><figcaption id="caption-attachment-71530" class="wp-caption-text">Trio de preciosidades de Nicolas Joly.</figcaption></figure><p>O meio do Loire tem como uvas principais a Cabernet Franc e a Chenin Blanc, respectivamente para tintos e brancos. Mas existem ainda centenas de hectares plantados ao redor com Cabernet Sauvignon, Malbec, Gamay, Pinot Meunier, Pinot Gris e Chardonnay. O Vale do Loire apresenta sua identidade vinícola própria com vinhos charmosos e frescos feitos essencialmente por famílias produtoras.</p><p>O início da nossa linda viagem começa na AOC Muscadet nos arredores de Nantes, passa pelas grandes regiões de Anjou e Touraine e finaliza nas magníficas AOCs de Sancerre e Poully-Fumé.</p>						</div>
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							<p>A região que tem como principal centro a cidade de Nantes é famosa por seus frutos do mar, pelo queijo Cremet e os pungentes e secos vinhos Muscadet. Os brancos produzidos a partir da uva Melon de Bourgogne são quase sempre secos e com boa acidez além de cremosos, frescos e elegantes. Noventa por cento das uvas plantadas dessa região são plantadas em baixas e arenosas colinas à beira do Loire e seus afluentes Sèvre e Maine.</p><p>No Brasil temos poucos vinhos à base dessa uva disponíveis no mercado.</p><figure id="attachment_71527" aria-describedby="caption-attachment-71527" style="width: 240px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-espetacular-Domaine-Huet-Clos-du-Bourg-1er-Trie.jpg"><img class="size-full wp-image-71527" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-espetacular-Domaine-Huet-Clos-du-Bourg-1er-Trie.jpg" alt="" width="240" height="241" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-espetacular-Domaine-Huet-Clos-du-Bourg-1er-Trie.jpg 240w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-espetacular-Domaine-Huet-Clos-du-Bourg-1er-Trie-150x150.jpg 150w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-espetacular-Domaine-Huet-Clos-du-Bourg-1er-Trie-24x24.jpg 24w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-espetacular-Domaine-Huet-Clos-du-Bourg-1er-Trie-48x48.jpg 48w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-espetacular-Domaine-Huet-Clos-du-Bourg-1er-Trie-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71527" class="wp-caption-text">Rótulo do espetacular Domaine Huet Clos du Bourg 1er Trie.</figcaption></figure><p><strong>Anjou, Savennieres e Quarts de Chaume</strong></p><p>Seguindo de Nantes para o leste abordamos a segunda importante cidade da região, a imponente Angers. Ao sul dessa cidade além do lindo Castelo de Brissac (famoso no Brasil por ser o ‘Castelo de Caras’) com suas torres que estão entre as mais altas de todos os castelos da região, temos 3 das mais especiais regiões de vinhos do Vale do Loire.</p><p>Aqui reina a uva “branca” Chenin Blanc que produz tanto excepcionais vinhos secos até alguns dos doces mais especiais, que podem competir de frente com renomados Sauternes da grande região de Bordeaux. Os doces elaborados a partir da Chenin Blanc são os prestigiados Quarts de Chaume, os imponentes e mais raros Bonnezaux e os impressionantemente Coteaux du Layon. São produzidos com uvas atacadas pelo fungo <em>botrytis cinérea</em> (podridão nobre) que tem influência direta da umidade vinda do Loire. O fungo em questão ataca a casca das uvas provocando pequenos furos que fazem com que o líquido interno escoe e com isso aumente a concentração de açúcar nas uvas, ainda nas vinhas antes da colheita. Os Savennieres (100% Chenin Blanc) estão entre os brancos secos mais especiais da França e muitas vezes rivalizam com os brancos da Alsácia e do leste do Loire (Sancerre e Pouilly Fumé) como os vinhos imediatamente sucessores dos unânimes brancos da Borgonha.</p><p>Ainda nessa região temos famosos rosés como o Rosé D’Anjou e o Cabernet D’Anjou. Na maioria das vezes são vinhos simples e que servem mais para refrescar. Além das próprias uvas Cabernet Franc e Sauvignon esses rosés têm muitas vezes em seu blend a uva local Groslot.</p><p>Para nossa felicidade, temos no Brasil disponíveis hoje os melhores produtores da região.</p><p>Apesar de encontrarmos bons tintos nessa região são mesmo os brancos que brilham, tanto secos como doces. Os mais espetaculares produtores são o genial Nicolas Joly, um habitue de nosso país, e a Domaine de Baumard, comandada por Florent Baumard, que também é freqüentador de nosso país, tendo nos visitado ano passado para participar de uma feira de vinhos.</p><p>O vinho mais célebre de Joly é o Savennieres – Coulée de Serrant Clos de la Coulée de Serrant. Um vinho fabuloso em todas as safras degustadas. Um branco com alma de tinto, de tão profundo e rico. Dos disponíveis no Brasil os destaques são os espetaculares 2004 e 2005. Ainda de Joly provamos o também espetacular Savennieres – Roché aux Moines Clos de la Bergerie 2005 e o Savennieres Les Vieux Clos 2006. O 1º é um mini Coulée de Serrant que está mais pronto, gentil e com mais carga de frutas no nariz e mesmo assim com a marca mineral presente. O 2º é um ano mais jovem, mas sem dúvida um vinho de menor complexidade. É também maravilhoso e mostra todo o potencial da injustiçada Chenin Blanc.</p><figure id="attachment_71525" aria-describedby="caption-attachment-71525" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Parte-Alta-do-Vilarejo-de-Sancerre.jpg"><img class="size-full wp-image-71525" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Parte-Alta-do-Vilarejo-de-Sancerre.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Parte-Alta-do-Vilarejo-de-Sancerre.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Parte-Alta-do-Vilarejo-de-Sancerre-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71525" class="wp-caption-text">Parte Alta do Vilarejo de Sancerre.</figcaption></figure><p>A Domaine des Baumards que também produz excepcionais brancos secos, chega ao limite da perfeição com seu branco doce, o Quarts de Chaume. O 2006 apresenta  deliciosas nuances de mel e flores. Na boca sua acidez é marcante. Gera uma sensação de doçura, mas com muito frescor. A preço bem mais acessível a casa produz o Coteaux de Layon. Esse vinho da safra 2007 tem uma doçura menos pronunciada que o irmão  mais famoso, mas é delicioso apresentando uma elegância impressionante. É sensacional poder concluir que a Chenin Blanc é uma uva muito especial.</p><p><strong>Touraine, S</strong><strong>aumur, Chinon, Bourgueil, Vouvray e Sologne</strong></p><p>A cidade de Tours às margens do rio Loire e à beira de uma das mais importantes rodovias da França, a <em>autoroute</em> A10, que vai de Paris a Bordeaux, é o grande centro da região que aglomera 4 grandes e especiais vinhos, os tintos Chinon e St. Nicolas de Bourgueil e os brancos, tintos, doces e espumantes de Saumur e Vouvray. Nos vinhos AOC de Saumur, Chinon e St. Nicolas de Bourgueil a Cabernet Franc reina quase que absoluta, só não reina totalmente porque alguns produtores a misturam com a Cabernet Sauvignon. A modernidade dos Saumur Champigny e dos Chinon estão em vários vinhos especiais. São presentes, com charme e toques florais. Podemos encontrar ainda groselha, morangos, especiarias e toques de chocolate. Os St. Nicolas são comumente mais rústicos e duros, mas de tremenda personalidade.</p><p>Os Vouvray, dentre os mais místicos e tradicionais vinhos do Vale do Loire, primam pela versatilidade. Os espumantes Vouvray tanto secos como doces são sensacionais: cheios, persistentes, com boa profundidade. Com mais idade atingem muita complexidade. A Chenin Blanc é a uva de todos os Vouvray Brancos.</p><p>Os Vouvray Secos são de médio corpo com alta acidez quando jovens e muito interessantes. Já os doces são delicados e muito balanceados.</p><p>No Brasil temos poucos vinhos de St Nicolas, Chinon e Saumur. Mas de Vouvray temos o melhor produtor de todos, a Domaine de Huet. O diretor de exportação da Domaine Huet nos visitou em fevereiro ultimo para apresentar seus vinhos. Rodrigo Assunção Fonseca proprietário da importadora Premium, que representa com exclusividade os vinhos dessa Domaine aqui no Brasil, comandou uma especial degustação com uma serie quase completa da casa. Tivemos a oportunidade de degustar um espumante, 3 brancos secos, 1 branco meio seco e 6 brancos doces. Todos os vinhos estavam de tirar o fôlego. Os destaques foram o seco Le Clos de Bourg 2007 e os doces Le Clos Du Bourg 1ère Trie 2008 e Le Haut-Lieu 1ère Trie 2003, ambos Moelleux (maduro em francês).</p><p>No extremo dessas regiões do vitivinicolas temos um pouco a leste de Cheverny uma cidade muito simpática chamada Romorantin-Lanthenay, no centro dela temos um relais chateaux denominado Grand Hôtel du Lion D’Or, que além de imponentes acomodações tem um restaurante sensacional, talvez o melhor de toda a região. Para quem aprecia a enogastronomia na acepção da palavra, esse restaurante é um <em>must</em>, imperdível.</p><p><strong>Sancerre e Poully Fumé</strong></p><figure id="attachment_71526" aria-describedby="caption-attachment-71526" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-indicando-a-chegada-a-Pouilly-Fume.jpg"><img class="size-full wp-image-71526" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-indicando-a-chegada-a-Pouilly-Fume.jpg" alt="" width="525" height="700" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-indicando-a-chegada-a-Pouilly-Fume.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-indicando-a-chegada-a-Pouilly-Fume-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71526" class="wp-caption-text">Placa indicando a chegada a Pouilly Fumé.</figcaption></figure><p>Seguindo de Romarantin para o leste, abordamos as duas mais espetaculares regiões de brancos produzidos a partir da ultra reconhecida Sauvignon Blanc, Sancerre e Poully Fumé, ambas às margens do grande Loire. Em Sancerre, que fica já a poucos quilômetros da Borgonha, existe, além dos magníficos brancos, imponentes e deliciosos tintos à base da Pinot Noir que reina absoluta na região vizinha.</p><p>Quando pensamos em grandes vinhos brancos da França não temos como esquecer dessas 2 regiões. Seus vinhos têm características de impressionantes notas minerais, frutas tropicais e boa carga de especiarias. São ricos, elegantes, cheios e com muito sabor. Os Sancerre e os Pouilly Fumé estão ao lado dos Savenneries como os mais espetaculares vinhos brancos secos do Vale do Loire.</p>						</div>
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								<div class="swiper-slide"><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="4bc3dac" data-elementor-lightbox-title="Com o Loire ao fundo Luiz Gastão examina a vinha de Sauvignon Blanc." e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzE1MjEsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nbG9iYWxzb3VsLmNsdWJcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzA1XC9Db20tby1Mb2lyZS1hby1mdW5kby1MdWl6LUdhc3Rhby1leGFtaW5hLWEtdmluaGEtZGUtU2F1dmlnbm9uLUJsYW5jLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjRiYzNkYWMifQ%3D%3D" href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Com-o-Loire-ao-fundo-Luiz-Gastao-examina-a-vinha-de-Sauvignon-Blanc.jpg"><figure class="swiper-slide-inner"><img class="swiper-slide-image" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Com-o-Loire-ao-fundo-Luiz-Gastao-examina-a-vinha-de-Sauvignon-Blanc-150x150.jpg" alt="Com o Loire ao fundo Luiz Gastão examina a vinha de Sauvignon Blanc." /></figure></a></div><div class="swiper-slide"><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="4bc3dac" data-elementor-lightbox-title="Luiz Gastão em Vinhedo de Sauvignon Blanc em Sancerre." e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzE1MjQsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nbG9iYWxzb3VsLmNsdWJcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzA1XC9MdWl6LUdhc3Rhby1lbS1WaW5oZWRvLWRlLVNhdXZpZ25vbi1CbGFuYy1lbS1TYW5jZXJyZS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI0YmMzZGFjIn0%3D" href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-em-Vinhedo-de-Sauvignon-Blanc-em-Sancerre.jpg"><figure class="swiper-slide-inner"><img class="swiper-slide-image" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-em-Vinhedo-de-Sauvignon-Blanc-em-Sancerre-150x150.jpg" alt="Luiz Gastão em Vinhedo de Sauvignon Blanc em Sancerre." /></figure></a></div>			</div>
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							<p>Os tintos são muito interessantes, apesar de não terem a <em>finesse</em> do Pinot Noir da Borgonha, são gostosos, agradáveis e diferentes.</p><p>A propósito, quem for a Sancerre pode ainda ter uma bela experiência enogastronômica à moda do Loire no melhor restaurante da cidade. O Restaurante La Tour de propriedade da família Fournier tem uma culinária espetacular. Um  restaurante impecável e com um custo-beneficio extraordinário. Imperdível.</p><figure id="attachment_71534" aria-describedby="caption-attachment-71534" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Centro-da-linda-comuna-de-Sancerre.jpg"><img class="size-full wp-image-71534" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Centro-da-linda-comuna-de-Sancerre.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Centro-da-linda-comuna-de-Sancerre.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Centro-da-linda-comuna-de-Sancerre-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71534" class="wp-caption-text">Centro da linda comuna de Sancerre.</figcaption></figure><p>Dos vinhos dessas 2 AOCs presentes no Brasil os destaques vão para os vinhos dos produtores Pascal Jolivet, Ladoucette e Fournier Pere et Fils, ambos com vinhos de Sancerre e Pouilly-Fumé, Didier Daguenau de Pouilly-Fumé e Chateau de Sancerre de Sancerre. É difícil escolher quais são os vinhos mais especiais, se de Sancerre ou de Pouilly Fumé, mas nessa região temos 3 vinhos brancos que estão entre os mais espetaculares da França. O Poully Fumé Pur Sang de Didier Dagueneau, o Poully Fumé Baron de L da Maison Ladoucette e o Sancerre Grand Cuvée Vieilles Vignes de Fournier Pere et Fils. O Baron de L 2005 (safra excepcional no Leste do Loire), recentemente degustado, apresenta muito frescor e complexidade. Deliciosos toques cítricos, tons florais, pêssegos, seguidos de tons herbáceos. Palato muito firme, com intrigante acidez e final estonteante. Uma obra de arte com expressão máxima da deliciosa Sauvignon Blanc. Ainda jovem, mas muito prazeroso. Pode ser degustado hoje, mas estará melhorando nos próximos 10 anos.</p><figure id="attachment_71532" aria-describedby="caption-attachment-71532" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-de-Sauvignon-Blanc.jpg"><img class="size-full wp-image-71532" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-de-Sauvignon-Blanc.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-de-Sauvignon-Blanc.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-de-Sauvignon-Blanc-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71532" class="wp-caption-text">Vinhedo de Sauvignon Blanc.</figcaption></figure><p>Os vinhos de Nicolas Joly são importados para o Brasil pela <a href="https://loja.casadoportobh.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Casa do Porto</strong></em></span></a></p><p>Os vinhos da Domaine de Baumard e de Pascal Jolivet são importados para o Brasil pela <a href="https://www.mistral.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Mistral</strong></em></span></a></p><p>Os vinhos da Domaine Huet e de Fournier Père et Fils são importados para o Brasil pela <a href="https://www.premiumwines.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Premium</strong></em></span></a></p><p>Os vinhos da Maison Ladoucette e do Chateau de Sancerre são importados para o Brasil pela <a href="https://www.vinci.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Vinci Vinhos</strong></em></span></a></p><p>Os vinhos de Didier Dagueneu são importados para o Brasil pela <a href="https://www.grandcru.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Grand Cru</strong></em></span></a></p>						</div>
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		<title>Angelo Gaja, o N° 1 do vinho na Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Gastão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 19:14:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mais influente produtor de vinhos da Itália. Angelo é um mito no mundo do vinho. Um homem incansável tanto na produção de vinhos originais quanto na arte de vender. Poucos sabem que esse piemontês foi de porta em porta nos melhores restaurantes do mundo mostrar seu produto, que hoje está entre os mais caros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="71486" class="elementor elementor-71486">
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">O mais influente produtor de vinhos da Itália.</h2>		</div>
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							<p>Angelo é um mito no mundo do vinho. Um homem incansável tanto na produção de vinhos originais quanto na arte de vender.</p><p>Poucos sabem que esse piemontês foi de porta em porta nos melhores restaurantes do mundo mostrar seu produto, que hoje está entre os mais caros da Itália e que vende grandes quantidades de vinhos caríssimos em todos os locais do planeta. Em muitos restaurantes espalhados pelo mundo costuma-se ver uma carta de vinhos especial, somente com os vinhos de Gaja.</p><p>Isso acontece até em São Paulo, onde em alguns restaurantes você pode encontrar várias safras de um mesmo vinho de Gaja. Angelo fala pouco das características técnicas do vinho. O negócio dele é vender uma filosofia sobre o que são vinhos originais. Na realidade ele está certo, pois o vinho tem que ter significado e ao mesmo tempo agradar.</p><p>Os vinhos de Gaja infelizmente são para poucos, pois seus preços são realmente altos, mas não podemos deixar de enfatizar que são obras de arte, produtos de luxo, que o próprio Angelo fez questão de frisar em nosso encontro. Para elucidar isso, esse enérgico piemontês, mostrou o cartão de visita de seu avô, homônimo dele, que se apresentava como produtor de vinho de luxo e de refeição, isso em 1911. Incrível a visão.</p><figure id="attachment_71490" aria-describedby="caption-attachment-71490" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Cartao-de-Visita-do-Avo-de-Angelo-Gaja-de-1911.jpg"><img class="size-full wp-image-71490" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Cartao-de-Visita-do-Avo-de-Angelo-Gaja-de-1911.jpg" alt="" width="525" height="331" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Cartao-de-Visita-do-Avo-de-Angelo-Gaja-de-1911.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Cartao-de-Visita-do-Avo-de-Angelo-Gaja-de-1911-300x189.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71490" class="wp-caption-text">Cartão de Visita do Avô de Angelo Gaja de 1911.</figcaption></figure><p>Mas ter a oportunidade de provar um vinho desse gênio é realmente um privilégio, imaginem 6 de uma vez só. Ângelo herdou de seu pai, que por sua vez havia herdado de seu bisavô, uma belíssima propriedade em Barbaresco no coração do Piemonte. A propriedade em Barbaresco data de 1859. Seus tintos a base da casta Nebbiolo tem sido verdadeiras sensações em safras recentes e colocaram seus vinhos no topo do maior mercado para vinhos finos no mundo, os Estados Unidos.</p><figure id="attachment_71497" aria-describedby="caption-attachment-71497" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vista-area-da-comuna-de-Barbaresco.jpg"><img class="size-full wp-image-71497" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vista-area-da-comuna-de-Barbaresco.jpg" alt="" width="525" height="788" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vista-area-da-comuna-de-Barbaresco.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vista-area-da-comuna-de-Barbaresco-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71497" class="wp-caption-text">Vista área da comuna de Barbaresco.</figcaption></figure><p>Angelo é cultuado de norte ao sul nesse país e estejam certos que foi lá que ele virou um grande vendedor para não dizer um grande marqueteiro. E como todo marqueteiro, é bom contador de histórias e costuma dar vida a suas uvas e vinhos. Nessa visita mais uma vez comparou as uvas Cabernet Sauvignon e Nebbiolo a dois ícones do cinema – John Wayne e Marcelo Mastroianni.</p><p>A Cabernet Sauvignon é John Wayne, sempre no centro das atenções, sorriso largo e fácil (com 36 dentes à vista!), dominadora e até um tanto quanto metódica. É companhia perfeita para <em>‘beef &amp; Lamb’</em> sempre. Não tem erro. Se sobressai em qualquer situação. Já a Nebbiolo, segundo Gaja, é Marcelo Mastroianni, discreta, nunca é vista no burburinho, você tem que procurá-la. Ir até ela.</p><figure id="attachment_71489" aria-describedby="caption-attachment-71489" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-linda-comuna-de-Barbaresco-rodeada-de-vinhedos-de-Nebbiolo.jpg"><img class="size-full wp-image-71489" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-linda-comuna-de-Barbaresco-rodeada-de-vinhedos-de-Nebbiolo.jpg" alt="" width="525" height="350" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-linda-comuna-de-Barbaresco-rodeada-de-vinhedos-de-Nebbiolo.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-linda-comuna-de-Barbaresco-rodeada-de-vinhedos-de-Nebbiolo-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71489" class="wp-caption-text">A linda comuna de Barbaresco rodeada de vinhedos de Nebbiolo.</figcaption></figure><p>Não tem a característica de dominar a cena quando harmonizada com um prato e seus taninos e acidez chegam a incomodar algumas vezes. É sutil, um universo a desvendar. E aí? Qual a melhor? É uma questão de estilo. É certo como dois e dois são quatro que seria uma votação para deixar em dúvida qualquer mulher que assistiu alguns clássicos no cinema com esses dois monstros das telas.</p><p>Comentários à parte, o empreendedor Angelo relutou para expandir seus horizontes, pois negou parcerias em todo mundo. A mais célebre recusa foi quando Robert Mondavi veio com tudo no início da década de 90 para ter um vinho Gaja &amp; Mondavi. Gaja disse não, apesar de ter profunda admiração pelo homem que tanto fez pela cultura do vinho não só nos EUA como no mundo.</p><p>Logo em seguida decidiu que iria procurar algum novo desafio que tivesse muito significado. Pois bem, comprou duas propriedades na Toscana. Uma no coração da região, mais precisamente em Montalcino (em 1994) e outra na costa da Região, Castagnetto Carducci (em 1996).</p><figure id="attachment_71496" aria-describedby="caption-attachment-71496" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vista-aerea-de-Castagneto-Carducci-com-o-Atlantico-ao-fundo.jpg"><img class="size-full wp-image-71496" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vista-aerea-de-Castagneto-Carducci-com-o-Atlantico-ao-fundo.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vista-aerea-de-Castagneto-Carducci-com-o-Atlantico-ao-fundo.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vista-aerea-de-Castagneto-Carducci-com-o-Atlantico-ao-fundo-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71496" class="wp-caption-text">Vista aérea de Castagneto Carducci com o Atlântico ao fundo.</figcaption></figure><p>Investiu algumas dezenas de milhões de dólares e modernizou a antiga Pieve de Santa Restituta em Montalcino e equipou com o que há de melhor a Ca’Marcanda, em um projeto espetacular desenhado pelo genial arquiteto Giovanni Bo. Apesar de continuar um vendedor como poucos, Angelo mostra que apesar de hoje ter muitos hectares de Sangiovese, Syrah, Cabernet Franc  e Cabernet Sauvignon, seu coração está mesmo com a Nebbiolo. Como bom italiano ele prefere Marcello Mastroianni, lembra??</p><p>Nesse evento comemorativo Gaja caprichou muito nos vinhos, pois fez questão de mostrar tudo o que tem, principalmente em termos de diversidade.</p><p>Foram escolhidos 6 vinhos, sendo um Branco e 5 tintos, desses, seu principal Super Toscano o Camarcanda, da excepcional safra de 2006, seu carro chefe do Piemonte, o Barbaresco 2005, seguido de 2 IGT Langhe, também do Piemonte, o Sperss 2005 e o Conteisa 2001. Por último seu mais importante Brunello da Pive di Sanra Restituta, o Sugarille da safra 2000.</p><figure id="attachment_71492" aria-describedby="caption-attachment-71492" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-Barbaresco-Gaja.jpg"><img class="size-full wp-image-71492" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-Barbaresco-Gaja.jpg" alt="" width="525" height="454" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-Barbaresco-Gaja.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-Barbaresco-Gaja-300x259.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71492" class="wp-caption-text">Rótulo do Barbaresco Gaja.</figcaption></figure><p>Um verdadeiro show, pois tivemos à mesa diversas safras distintas e 2 comparações sensacionais. Foram elas comparar os 2 vinhos da safra 2005, um puro Nebbiolo ao lado de um Nebbiolo com 6% de Barbera (Barbaresco x Sperss) e comparar dois Langhe Nebbiolo da região de Barolo (o Sperss proveniente de vinhas de Serralunga D’Alba e o Conteisa proveniente de La Morra) de 2 grandes safras, 2005 e 2001, respectivamente.</p><p>Para degustarmos essa artilharia foi escolhido o amplo salão inferior do restaurante Dalva e Dito, nos Jardins, comandado pelo criativo Alex Atala, que preparou um menu com 3 pratos, uma Brandade de Bacalhau para acompanhar o vinho branco, seguido de uma massa e finalizando com um filé de cordeiro, para estar ao lado dos tintos.</p><figure id="attachment_71487" aria-describedby="caption-attachment-71487" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Otavio-Lilla-da-Mistral-Angelo-Gaja-Luiz-Gastao-e-Alex-Atala-.jpg"><img class="size-full wp-image-71487" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Otavio-Lilla-da-Mistral-Angelo-Gaja-Luiz-Gastao-e-Alex-Atala-.jpg" alt="" width="525" height="348" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Otavio-Lilla-da-Mistral-Angelo-Gaja-Luiz-Gastao-e-Alex-Atala-.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Otavio-Lilla-da-Mistral-Angelo-Gaja-Luiz-Gastao-e-Alex-Atala--300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71487" class="wp-caption-text">Otavio Lilla da Mistral, Angelo Gaja, Luiz Gastão e Alex Atala.</figcaption></figure><p>Além do show de Angelo <em>persona</em>, os vinhos falam por si só, pois sem duvida estão entre os melhores vinhos do mundo, vinhos colecionáveis e com estrutura para evoluir por décadas.</p>						</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Vinhos degustados.</h2>		</div>
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							<figure id="attachment_71491" aria-describedby="caption-attachment-71491" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Garrafas-dos-Vinhos-Degustados-com-Angelo-Gaja.jpg"><img class="size-full wp-image-71491" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Garrafas-dos-Vinhos-Degustados-com-Angelo-Gaja.jpg" alt="" width="525" height="348" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Garrafas-dos-Vinhos-Degustados-com-Angelo-Gaja.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Garrafas-dos-Vinhos-Degustados-com-Angelo-Gaja-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71491" class="wp-caption-text">Garrafas dos Vinhos Degustados com Angelo Gaja.</figcaption></figure><p>O extraordinário <strong>Alteni di Brassica Langhe Sauvignon Blanc 2008</strong> estava sensacional e o que mais impressiona é que apresenta uma grande tipicidade só atingida por alguns Sancerre e Poully Fumé do Vale do Loire na França. Apesar de jovem e de certa maneira alcoólico (13,5º) estava equilibrado, muito profundo e delicioso. Um grande branco. Pode ser consumido agora, mas tem muitos anos pela frente.</p><p>Logo na sequência chegou à mesa o <strong>Camarcanda 2006</strong>, da propriedade Ca’Marcanda, localizada na costa da Toscana, ao Sul de Livorno.</p><figure id="attachment_71494" aria-describedby="caption-attachment-71494" style="width: 240px" class="wp-caption alignright"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinicola-CaMarcanda-de-Gaja-na-costa-da-Toscana.jpg"><img class="size-full wp-image-71494" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinicola-CaMarcanda-de-Gaja-na-costa-da-Toscana.jpg" alt="" width="240" height="160" /></a><figcaption id="caption-attachment-71494" class="wp-caption-text">Vinicola Ca&#8217;Marcanda de Gaja na costa da Toscana.</figcaption></figure><p>Nessa região tivemos em 2006 uma safra fenomenal, talvez a melhor dos últimos 20 anos. Vinho muito agradável, rico, saboroso e de certa maneira, apesar de jovem, fácil de beber. Seu <em>blend</em> é composto por 40% Cabernet Sauvignon, 10% Cabernet Franc e 50% Merlot. O vinho estava tão especial que me fez refletir que estava a frente de um <em>blend</em> de Pauillac (Medoc/Margem esquerda do Gironde) e um Pomerol (margem direita), uma alusão ao melhor Cabernet do mundo, de Pauillac, e o melhor Merlot do mundo, que vem de Pomerol.</p><p>O Camarcanda Ca’Marcanda é vinho o topo de linha dessa propriedade que ainda produz o excelente Magari e o versátil Promis.</p><p>Na seqüência tivemos uma aula sobre os grandes vinhos do Piemonte, onde o destaque é mesmo a casta Nebbiolo. O ultra jovem <strong>Barbaresco 2005</strong> estava muito fechado no inicio, mas com o passar do tempo na taça vai se transformando. É um extrato de elegância e de sobriedade, mesmo como Marcello Mastroianni.</p><p>Sua profundidade impressiona. É um tinto que irá continuar evoluindo por mais 15 anos na garrafa. Após o Nebbiolo in purezza chegou a mesa o irmão, o <strong>Sperss 2005</strong>, um Nebbiolo com um toque de Barbera (6%). Aromas espetaculares. Ainda mais profundo que o Barbaresco, apresentando mais frescor e alegria.</p><figure id="attachment_71493" aria-describedby="caption-attachment-71493" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-Sperss-em-Barolo.jpg"><img class="size-full wp-image-71493" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-Sperss-em-Barolo.jpg" alt="" width="525" height="338" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-Sperss-em-Barolo.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-Sperss-em-Barolo-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71493" class="wp-caption-text">Vinhedo Sperss em Barolo.</figcaption></figure><p>Apesar de sua juventude seus taninos estavam polidos. Por ter sido degustado ao lado de outros grandes vinhos, esse vinho se situa mesmo entre os melhores e mais longevos vinhos de toda Itália. Tive a honra de degustar diversas safras dessa obra prima e nunca pontuei um Sperss com menos de 94 pontos. Os mais espetaculares degustados foram o 1989, 1990, 1996, 1999 e 2001.</p><p>O ultimo tinto piemontês foi o <strong>Conteisa Langhe 2001</strong> elaborado com Nebbiolo e 8% de Barbera provenientes da macro região de Barolo, mais precisamente de La Morra. Com nítida evolução se comparado com os outros irmãos mais jovens 4 anos, estava preciso, mostrando excelente carga de fruta e muito equilíbrio. Para fechar o jantar tivemos o <strong>Brunello di Montalcino Sugarille 2000</strong>, esse mais um varietal, pois é produzido (obrigatoriamente) com 100% de Sangiovese Grosso.</p><p>Não podemos deixar de ressaltar que tínhamos à mesa uma grande rivalidade, pois são, sem duvida, a Nebbiolo e a Sangiovese as 2 castas mais importantes de toda a Italia e que levaram os vinhos italianos a fama que tem mundo afora. São de estilos diferentes, com a Sangiovese sempre produzindo vinhos mais alegres e suculentos, enquanto a Nebbbiolo é responsável pelos mais elegantes e ricos tintos da bota.</p><p>O <strong>Sugarille 200</strong>0 comprovou mesmo a característica da casta, pois estava sucuelento e cheio de vida. Um Brunello moderno e muito gostoso. Normalmente os Brunellos são vinhos que demoram muito para amadurecer. Angelo e seu enólogo Guido Rivella estão mudando isso e mostrando ao mundo que podemos sim ter Brunello’s deliciosos ainda enquanto jovens.</p>						</div>
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		<title>Quinta dos Murças, uma nova era do Esporão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Gastão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 18:50:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O conglomerado Esporão. Sucesso absoluto no Alentejo, lança vinhos de seu novo empreendimento, agora no Douro. O genial José Roquette fundou a Herdade do Esporão em 1973 e desde então construiu um império, colocou os vinhos do Esporão não só entre os melhores de Portugal, mas um sucesso absoluto mundo afora, incluindo o Brasil.Em 2008 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="71473" class="elementor elementor-71473">
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">O conglomerado Esporão.</h2>		</div>
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							<p><strong>Sucesso absoluto no Alentejo, lança vinhos de seu novo empreendimento, agora no Douro.</strong></p><figure id="attachment_71480" aria-describedby="caption-attachment-71480" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Quinta-dos-Murcas-vista-do-Rio-Douro.jpg"><img class="wp-image-71480 size-full" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Quinta-dos-Murcas-vista-do-Rio-Douro.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Quinta-dos-Murcas-vista-do-Rio-Douro.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Quinta-dos-Murcas-vista-do-Rio-Douro-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71480" class="wp-caption-text">A Quinta dos Murças vista do Rio Douro.</figcaption></figure><p>O genial José Roquette fundou a <a href="https://www.esporao.com/pt-pt/sobre/herdade-do-esporao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Herdade do Esporão</strong></em></span></a> em 1973 e desde então construiu um império, colocou os vinhos do Esporão não só entre os melhores de Portugal, mas um sucesso absoluto mundo afora, incluindo o Brasil.<br />Em 2008 em mais uma grande sacada e depois da total consolidação de seus vinhos do Alentejo, Roquette  adquiriu uma especialíssima Quinta no Douro, a consagrada <a href="https://www.esporao.com/pt-pt/sobre/quinta-dos-murcas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Quinta dos Murças</strong></em></span></a>, localizada em Covelinhas, no Cima Corgo.</p><p>A propriedade tem 156 hectares e se estende por 3,2 quilômetros ao longo da margem direita do rio Douro, entre as cidades de Peso da Régua e Pinhão.<br />Há poucos quilômetros da Quinta dos Murças, do Peso da Régua em direção ao Pinhão, fica localizada a Quinta do Crasto, do irmão de José Roquette, Jorge Roquette, que produz alguns dos mais reluzentes vinhos do Douro e de Portugal.</p><p>O comando do conglomerado Esporão hoje está nas mãos de João Roquette, filho de José. O enólogo da Quinta dos Murças é o craque australiano David Baverstock, que acumula, a partir de 2008, a responsabilidade dos vinhos da Quinta dos Murças, ao lado da função de enólogo chefe de todos os vinhos do Esporão produzidos no Alentejo.</p><figure id="attachment_71476" aria-describedby="caption-attachment-71476" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Joao-Roquette-e-o-enologo-David-Baverstock-na-Quinta-dos-Murcas.jpg"><img class="size-full wp-image-71476" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Joao-Roquette-e-o-enologo-David-Baverstock-na-Quinta-dos-Murcas.jpg" alt="" width="525" height="309" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Joao-Roquette-e-o-enologo-David-Baverstock-na-Quinta-dos-Murcas.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Joao-Roquette-e-o-enologo-David-Baverstock-na-Quinta-dos-Murcas-300x177.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71476" class="wp-caption-text">João Roquette e o enólogo David Baverstock na Quinta dos Murças.</figcaption></figure><p> </p>						</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">História</h2>		</div>
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							<p>Não há registros da data da exata de fundação da Quinta dos Murças. Os primeiros registros datam de 1714, quando era de propriedade de António Cardoso de Vasconcelos. Desde essa época a Quinta é associada a produção de Vinhos do Porto de primeira qualidade.  Desde então foram muitos proprietários, mas o que mais contribuiu para o desenvolvimento dessa Quinta foi Manuel Pinto de Azevedo, que assumiu o comando em 1943. Esse industrial oriundo da cidade do Porto empenhou-se na reabilitação da Quinta plantando grandes extensões de vinha e realizou obras de reparação da casa sede, dos lagares e da adega.</p><p>Em meados dos anos 50 do século passado o jovem agrônomo José de Freitas Sampaio começou a imprimir um ritmo ainda mais ativo na propriedade. Sob sua batuta uma verdadeira revolução nas técnicas de cultivo e vinificação da Quinta aconteceu, com destaque para a plantação, em 1955, da primeira “vinha ao alto” no Douro. Até meados dos anos 70 a Quinta permaneceu sob a liderança de José Sampaio.</p><figure id="attachment_71481" aria-describedby="caption-attachment-71481" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-inclinadas-vinhas-ao-alto-da-Quinta-dos-Murcas-com-o-Rio-Douro-ao-fundo.jpg"><img class="size-full wp-image-71481" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-inclinadas-vinhas-ao-alto-da-Quinta-dos-Murcas-com-o-Rio-Douro-ao-fundo.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-inclinadas-vinhas-ao-alto-da-Quinta-dos-Murcas-com-o-Rio-Douro-ao-fundo.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-inclinadas-vinhas-ao-alto-da-Quinta-dos-Murcas-com-o-Rio-Douro-ao-fundo-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71481" class="wp-caption-text">As inclinadas vinhas ao alto da Quinta dos Murças com o Rio Douro ao fundo.</figcaption></figure><p>Após o falecimento de Manuel Azevedo, seu filho Manuel Pinto de Azevedo Júnior assumiu a liderança da casa e como não tinha descendentes diretos, passou, após sua morte, a gestão da enorme fortuna da família para sua irmã, Maria da Conceição, que administrou os bens da Murças Limitada até a compra por parte do Esporão.</p><p>Dos 156 hectares da propriedade existem hoje 60 hectares de vinhas com diversas idades, altitudes e exposições. Devido à singularidade e excelência do terroir, a Quinta dos Murças goza de uma longa tradição na produção de uvas de elevada qualidade sendo todas classificadas como “Vinhas de letra A”, classificação máxima da região do Douro.</p><figure id="attachment_71479" aria-describedby="caption-attachment-71479" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-colheita-na-Quinta-dos-Murcas.jpg"><img class="size-full wp-image-71479" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-colheita-na-Quinta-dos-Murcas.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-colheita-na-Quinta-dos-Murcas.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-colheita-na-Quinta-dos-Murcas-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71479" class="wp-caption-text">A colheita na Quinta dos Murças.</figcaption></figure><p>No Cima Corgo, a paisagem é inóspita e agreste, com muitos vales profundos e escarpados. Os solos são xistosos e repletos de cascalhos. O clima é severo com invernos frios e verões muito quentes. Apesar deste cenário natural pouco auspicioso, é do Cima Corgo que provêm alguns dos grandes vinhos do Porto e, mais recentemente, vinhos de mesa que rivalizam com os melhores do mundo.</p><p>A Quinta dos Murças possui perto de 300.000 videiras, com idades até aos 80 anos. Estão plantadas ao alto e em patamares, ocupando zonas com 320 metros de altitude e zonas mais próximas da frente do Rio Douro. Por conseguinte, os vinhedos beneficiam de diferentes exposições solares. Separadas por talhões, as castas são predominantemente autóctones – Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinta Amarela, Tinto Cão, Touriga Franca, Tinta Francisca e Touriga Nacional.</p><figure id="attachment_71474" aria-describedby="caption-attachment-71474" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-na-colheita-2010-na-Quinta-dos-Murcas.jpg"><img class="size-full wp-image-71474" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-na-colheita-2010-na-Quinta-dos-Murcas.jpg" alt="" width="525" height="394" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-na-colheita-2010-na-Quinta-dos-Murcas.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-na-colheita-2010-na-Quinta-dos-Murcas-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71474" class="wp-caption-text">Luiz Gastão na colheita 2010, na Quinta dos Murças</figcaption></figure><p> </p>						</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Vinhos</h2>		</div>
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							<p>Os vinhos recentemente lançados no Brasil (simultaneamente com Portugal) são o Tinto Base da Casa, Assobio 2009, o flagship ,Quinta dos Murças 2008, e o Vinho do Porto Tawny 10 anos.</p><figure id="attachment_71477" aria-describedby="caption-attachment-71477" style="width: 210px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Trio-dos-Vinhos-Quinta-dos-Murcas-recentemente-lancados-pela-Qualimpor.jpg"><img class="size-full wp-image-71477" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Trio-dos-Vinhos-Quinta-dos-Murcas-recentemente-lancados-pela-Qualimpor.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-71477" class="wp-caption-text">Trio dos Vinhos Quinta dos Murças recentemente lançados pela Qualimpor.</figcaption></figure><p>O Assobio 2009 leva esse nome em homenagem ao sonido que se ouve em dias mais ventosos nas vinhas onde são cultivadas as uvas para a produção do vinho. É produzido a partir das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca, colhidas na Quinta dos Murças. Após fermentação alcoólica com temperatura controlada (24º-27º), cerca de 20% do lote estagiou em barricas novas e usadas de carvalho francês e americano, durante seis meses. Apresenta uma linda cor rubi. Aromaticamente mostra frutas vermelhas maduras seguidas de toques de especiarias. Gustativamente é de médio corpo com boa estrutura. Taninos bem formados e boa acidez. Final de boca muito gostoso. Uma bela amostra do que teremos dessa quinta com relação a vinhos de boa relação custo beneficio.</p><figure id="attachment_71478" aria-describedby="caption-attachment-71478" style="width: 180px" class="wp-caption alignright"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-linda-imagem-das-Vinhas-da-Quinta-dos-Murcas-no-rotulo-do-Tinto-Assobio-2009.png"><img class="size-full wp-image-71478" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-linda-imagem-das-Vinhas-da-Quinta-dos-Murcas-no-rotulo-do-Tinto-Assobio-2009.png" alt="" width="180" height="334" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-linda-imagem-das-Vinhas-da-Quinta-dos-Murcas-no-rotulo-do-Tinto-Assobio-2009.png 180w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-linda-imagem-das-Vinhas-da-Quinta-dos-Murcas-no-rotulo-do-Tinto-Assobio-2009-162x300.png 162w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71478" class="wp-caption-text">A linda imagem das Vinhas da Quinta dos Murças no rótulo do Tinto Assobio 2009.</figcaption></figure><p>O Quinta dos Murças 2008 é produzido a partir de uma seleção das vinhas velhas, com diferentes altitudes e exposições solares. Bem mais escuro e denso que o “irmão” Assobio. As notas de frutas negras e vermelhas maduras são complementadas pela marca mineral, proveniente da estrutura complexa conferida pelos solos xistosos e pela vinificação através do método tradicional (As uvas são pisadas “a pé” nos lagares da Adega da Quinta). As notas do carvalho estão destacadas no conjunto (o vinho estagia por 12 meses em barricas de carvalho francês e americano). Aromaticamente é fechado no inicio. É fundamental deixar o vinho aerar na taça por alguns minutos para que os aromas se desprendam adequadamente.  Em boca é uma “criança”. Um tinto muito encorpado, ainda bem jovem. Fruta marcante, muito estruturado. Seus taninos são de excelente qualidade. Final de boca longo e duradouro. Um potente tinto que irá se beneficiar com mais 2/3 anos em garrafa. Tem estrutura para continuar evoluindo por mais 15 anos.</p><p>O Porto Tawny 10 Anos é dos Portos que primam pelo frescor, uma característica marcante dos vinhos do Porto produzidos com frutas dos arredores de Covelinhas, graças ao microclima dessa pequena região. Este tawny foi produzido com uvas de qualidade superior (letra A), colhidas na Quinta dos Murças,com toda a fruta pisada “a pé”. No nariz apresenta uma deliciosa doçura com a fruta passificada em destaque. A madeira é presente, mas está bem situada no conjunto (o que se espera de um bom tawny). Em boca é delicioso. Um Tawny  cheio de graça. Final de boca longo, vibrante e alegre. É um Porto ideal para servir no final de uma refeição principalmente acompanhando queijos curados, ou de meia cura, queijos de massa azul (excepcional com Stilton), ou melhor, ainda ao lado dos deliciosos doces conventuais de Portugal.</p><p>Os vinhos da Quinta dos Murças são importados para o Brasil com exclusividade pela <a href="https://www.qualimpor.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Qualimpor</strong></em></span></a>.</p>						</div>
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		<title>Sagrantino di Montefalco, um dos vinhos mais prestigiados da Úmbria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Gastão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 18:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Trips]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A casta italiana é a mais rica em polifenois e excelente para o Coração. Direto da Úmbria Nos primeiros dias de outubro tivemos a visita do simpático, Carlo Cappuccio, diretor de exportação do renomado produtor Arnaldo Caprai, cujas vinhas e vinícola ficam localizadas em Montefalco, na Úmbria, no centro da Itália. Os vinhos de Arnaldo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="66831" class="elementor elementor-66831">
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							<p align="center"><em><strong>A casta italiana é a mais rica em polifenois e excelente para o Coração.</strong></em></p>
<figure id="attachment_70323" aria-describedby="caption-attachment-70323" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Carlo-Cappuccio-e-Luiz-Gastao-com-os-vinhos-de-Arnaldo-Caprai.jpg"><img class="wp-image-70323 size-full" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Carlo-Cappuccio-e-Luiz-Gastao-com-os-vinhos-de-Arnaldo-Caprai.jpg" alt="" width="525" height="392" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Carlo-Cappuccio-e-Luiz-Gastao-com-os-vinhos-de-Arnaldo-Caprai.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Carlo-Cappuccio-e-Luiz-Gastao-com-os-vinhos-de-Arnaldo-Caprai-300x224.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70323" class="wp-caption-text">Carlo Cappuccio e Luiz Gastão com os vinhos de Arnaldo Caprai.</figcaption></figure>						</div>
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							<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p><b style="font-family: inherit; font-style: inherit;"><span style="font-size: 22.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #122947; mso-fareast-language: PT-BR;">Direto da Úmbria</span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial, 'sans-serif'; font-size: 11pt;">Nos primeiros dias de outubro tivemos a visita do simpático, Carlo Cappuccio, diretor de exportação do renomado produtor Arnaldo Caprai, cujas vinhas e vinícola ficam localizadas em Montefalco, na Úmbria, no centro da Itália.</span></p>
<figure id="attachment_70330" aria-describedby="caption-attachment-70330" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Sangrantino-dos-Caprai-madura.jpg"><img class="wp-image-70330 size-full" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Sangrantino-dos-Caprai-madura.jpg" alt="" width="525" height="111" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Sangrantino-dos-Caprai-madura.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Sangrantino-dos-Caprai-madura-300x63.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70330" class="wp-caption-text">A Sangrantino dos Caprai madura.</figcaption></figure>
<p><span style="font-family: Arial, 'sans-serif'; font-size: 11pt;">Os vinhos de Arnaldo Caprai são os mais prestigiados da Umbria e estão sempre, sai ano entra ano, entre os melhores de todo o país. Cappuccio é mais um representante de um importante produtor de vinhos internacional interessado em entender melhor nosso mercado, com vistas a fazer as vendas crescerem por aqui. Produzidos pela casa, são mesmo sensacionais e para a felicidade de Cappuccio com um enorme potencial de crescimento, pois são quase ou totalmente desconhecidos por aqui. Quem prova um bom Sagrantino di Montefalco, por exemplo, não esquece. Nesse momento vale ressaltar que a Itália é muito mais que seus Barolo e Brunelllo, que são sem dúvidas os maiores flagships do país, quando o assunto são os grandes tintos, mas não são os únicos.</span><span style="font-family: Arial, 'sans-serif'; font-size: 11pt;"><br /></span></p>
<figure id="attachment_70331" aria-describedby="caption-attachment-70331" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-videiras-de-Sagrantino-de-Arnaldo-Caprai.jpg"><img class="wp-image-70331 size-full" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-videiras-de-Sagrantino-de-Arnaldo-Caprai.jpg" alt="" width="525" height="111" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-videiras-de-Sagrantino-de-Arnaldo-Caprai.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-videiras-de-Sagrantino-de-Arnaldo-Caprai-300x63.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70331" class="wp-caption-text">As videiras de Sagrantino de Arnaldo Caprai.</figcaption></figure>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3><b style="font-family: inherit; font-size: 16px; font-style: inherit; color: #40526a;"><span style="font-size: 22.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #122947; mso-fareast-language: PT-BR;">Itália, uma gama sem fim de uvas indígenas</span></b></h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p><span style="font-family: Arial, 'sans-serif'; font-size: 16px;">Único país do mundo a produzir vinhos em todas as regiões. A Itália oferece uma infinidade de uvas autóctones que vão desde o Norte até o Sul, do leste ao oeste, do arquipélago da Sicilia e da Ilha da Sardenha. É impressionante como são únicas e com tipicidade. Na maioria das vezes essas castas representam uma região ou uma denominação de origem. Hoje vamos abordar uma casta que reina absoluta em Montefalco , na Úmbria, na produção de tintos de exceção.</span></p>
<figure id="attachment_70338" aria-describedby="caption-attachment-70338" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-vinhas-de-Arnaldo-Caprai-com-a-comuna-de-Montefalco-ao-fundo.jpg"><img class="size-full wp-image-70338" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-vinhas-de-Arnaldo-Caprai-com-a-comuna-de-Montefalco-ao-fundo.jpg" alt="" width="525" height="111" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-vinhas-de-Arnaldo-Caprai-com-a-comuna-de-Montefalco-ao-fundo.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/As-vinhas-de-Arnaldo-Caprai-com-a-comuna-de-Montefalco-ao-fundo-300x63.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70338" class="wp-caption-text">As vinhas de Arnaldo Caprai com a comuna de Montefalco ao fundo.</figcaption></figure>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<p style="margin: 30pt 0cm 16.5pt; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><b style="font-family: inherit; font-style: inherit;"><span style="font-size: 22.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #122947; mso-fareast-language: PT-BR;">A Sagrantino di Montefalco</span></b></p>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<figure id="attachment_70342" aria-describedby="caption-attachment-70342" style="width: 240px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-na-entrada-de-Montefalco-muito-vinho-e-azeite.jpg"><img class="size-full wp-image-70342" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-na-entrada-de-Montefalco-muito-vinho-e-azeite.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a><figcaption id="caption-attachment-70342" class="wp-caption-text">Placa na entrada de Montefalco, muito vinho e azeite.</figcaption></figure>
<p style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: Arial, 'sans-serif';">Os Umbros costumam se orgulhar ao extremo, pois dizem de boca cheia, que é a Uva Sagrantinoa que mais polifenóis contém, ou seja, é a casta que produz vinhos, que mais fazem bem para o sistema cardiovascular. Os polifenóis são os responsáveis por um sem fim de benesses ao coração do ser humano. De todos os polifenóis hoje temos um que está em destaque, o Resveratrol, que tem ação anti-inflamatória, anticancerígena e é responsável pela diminuição dos níveis de açúcar no sangue.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, 'sans-serif'; font-size: 11pt;">Assunto controverso, pois frequentemente outros estudos trazem que uma outra uva tem mais dessas substâncias. Se não for a número 1 está entre as mais ricas com relação a substâncias antioxidantes como os já citados polifenóis, poliflavonóides, etc. A maioria dos tintos produzidos a partir dessa casta são retintos, escuros, com impressionantes taninos e uma personalidade incomum. Podemos ter também vinhos doces à base dessa uva, mas são os secos, que vem conquistando dia a dia mais adeptos por serem repletos de opulência, corpo e intensidade.</span></p>
<figure id="attachment_70346" aria-describedby="caption-attachment-70346" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-na-entrada-da-Azienda-Arnaldo-Caprai-com-suas-vinhas-ao-fundo.jpg"><img class="size-full wp-image-70346" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-na-entrada-da-Azienda-Arnaldo-Caprai-com-suas-vinhas-ao-fundo.jpg" alt="" width="525" height="340" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-na-entrada-da-Azienda-Arnaldo-Caprai-com-suas-vinhas-ao-fundo.jpg 525w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Placa-na-entrada-da-Azienda-Arnaldo-Caprai-com-suas-vinhas-ao-fundo-300x194.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70346" class="wp-caption-text">Placa na entrada da Azienda Arnaldo Caprai, com suas vinhas ao fundo.</figcaption></figure>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>						</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">4 vinhos, sendo 2 maravilhosos Sangrantino in purezza. </h2>		</div>
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							<p>Cappuccio e seu importador me convidaram para um almoço exclusivo, onde apresentaram 4 vinhos, todos tintos. Os dois primeiros vinhos foram o Anima Umbra Rosso 2006 e o Montefalco Rosso 2005. Esses dois tintos, não são Sagrantino predominantes. O primeiro, o entry level da casa, é elaborado a partir de Sangiovese (85%) e Canaiolo (15%). Um vinho de médio corpo correto e que pode competir sem problemas com muitos Chianti da vizinha Toscana. O Montefalco Rosso 2005 também tem predominância da Sangiovese (70%) com Merlot (15%) e o restante de Sagrantino. Um tinto de cor rubi intenso e brilhante. A fruta madura é presente com toques de leves de baunilha. Em boca apresenta bom corpo. Gostoso, firme e muito agradável. Excelente final de boca.</p>
<figure id="attachment_70347" aria-describedby="caption-attachment-70347" style="width: 240px" class="wp-caption alignright"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-Sagrantino-di-Montefalco-Collepiano-2004.jpg"><img class="size-full wp-image-70347" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-Sagrantino-di-Montefalco-Collepiano-2004.jpg" alt="" width="240" height="249" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-Sagrantino-di-Montefalco-Collepiano-2004.jpg 240w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Rotulo-do-Sagrantino-di-Montefalco-Collepiano-2004-24x24.jpg 24w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70347" class="wp-caption-text">Rótulo do Sagrantino di Montefalco Collepiano 2004.</figcaption></figure>
<p>Os dois últimos tintos foram o <strong>Sagrantino di Montefalco Collepiano</strong> e o <strong>Sagrantino di Montefalco 25 annni</strong>, ambos da <strong>excelente safra de 2004</strong> e produzidos a partir de 100% Sagrantino. Dois vinhos muito exuberantes e excepcionais. O <strong>Collepiano</strong> é impressionante na cor. Retinto. A primeira impressão no nariz é fabulosa. Muita cereja negra madura seguida de deliciosa madeira e nuances de baunilha, com um final selvagem e fresco. A marca do conjunto aromático é o equilíbrio.</p>
<p>No palato, é fantástico aliando sensualidade, força e muita personalidade. Um vinhaço, que está muito perto de seu irmão no topo de gama da casa, o Sagrantino 25 anni. Foi degustado há exatos 2 anos atrás. Nesse período melhorou muito, mas continua sendo um vinho de guarda. Melhorará na garrafa pelos próximos 5/8 anos.</p>
<p>Por último chegamos ao <strong>Sagrantino di Montefalco</strong> <strong>25 anni</strong>, um vinho só produzido em safras excepcionais.</p>
<figure id="attachment_70351" aria-describedby="caption-attachment-70351" style="width: 129px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Garrafa-do-esptacular-Sagrantino-di-Montefalco-25Anni-de-Arnaldo-Caprai.jpg"><img class="size-full wp-image-70351" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Garrafa-do-esptacular-Sagrantino-di-Montefalco-25Anni-de-Arnaldo-Caprai.jpg" alt="" width="129" height="400" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Garrafa-do-esptacular-Sagrantino-di-Montefalco-25Anni-de-Arnaldo-Caprai.jpg 129w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Garrafa-do-esptacular-Sagrantino-di-Montefalco-25Anni-de-Arnaldo-Caprai-97x300.jpg 97w" sizes="(max-width: 129px) 100vw, 129px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70351" class="wp-caption-text">Garrafa do esptacular Sagrantino di Montefalco 25Anni de Arnaldo Caprai.</figcaption></figure>
<p>Fez seu <em>debut</em> com esse nome com a safra de 1993. Esse extraordinário tinto confirma a qualidade da safra 2004 na Úmbria. Esse Sagrantino<em> in purezza</em> pode ser considerado quase um remédio para nosso sistema vascular tamanha quantidade de polifenois. É também retinto. Ainda mais intenso na cor se comparado com o “irmão” Collepiano. Muito denso e viscoso.</p>
<p>Conjunto aromático bombástico, mesmo estando ainda em sua pré-juventude. Muita fruta negra de boa qualidade, madeira e baunilha bem presentes (provenientes de 24 meses de estágio em barricas de carvalho francês), seguidos de um final mineral de dar água na boca. Conjunto de boca fenomenal, pois é um vinho muito cheio, vivo e rico.</p>
<p>Os Taninos ricos em poliflavonóides são de imensa profundidade. Vinho colecionável, apesar de estar delicioso hoje, deve permanecer na adega por mais alguns anos para atingir sua maturidade, que deve acontecer com mais 3/4 anos. Depois desse período continuara evoluindo em garrafa por mais 15 anos. Também foi degustado em 2009 e melhorou sobremaneira nesses 2 anos. Suas avaliações são consistentes.</p>						</div>
				</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><a href="https://www.worldwine.com.br/" target="_blank">Os vinhos de Arnaldo Caprai são importados com exclusividade para o Brasil pela World Wine (worldwine.com.br)  </a></h2>		</div>
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		<title>Champagne Deutz, luxo e requinte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Gastão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 19:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Trips]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com champagnes excelentes em todas as categorias. Essa Maison se destaca pela consistência de seus produtos e por seus dois Top Cuvée’s, o excelente Cuvée William Deutz e o provocante Amour de Deutz. Fundada em 1838 in Aÿ, um dos principais vilarejos na grande região de Champagne, por William Deutz e Pierre-Hubert Geldermann, ambos alemães, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="71501" class="elementor elementor-71501">
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Com champagnes excelentes em todas as categorias.</h2>		</div>
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							<figure id="attachment_71514" aria-describedby="caption-attachment-71514" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Os-Champagnes-Degustados-com-Jean-Marc-Lallier-no-reflexo-do-espelho-do-Salon-Rouge-da-Maison-Deutz.jpg"><img class="size-full wp-image-71514" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Os-Champagnes-Degustados-com-Jean-Marc-Lallier-no-reflexo-do-espelho-do-Salon-Rouge-da-Maison-Deutz.jpg" alt="" width="512" height="383" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Os-Champagnes-Degustados-com-Jean-Marc-Lallier-no-reflexo-do-espelho-do-Salon-Rouge-da-Maison-Deutz.jpg 512w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Os-Champagnes-Degustados-com-Jean-Marc-Lallier-no-reflexo-do-espelho-do-Salon-Rouge-da-Maison-Deutz-300x224.jpg 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71514" class="wp-caption-text">Os Champagnes Degustados com Jean-Marc Lallier no reflexo do espelho do Salon Rouge da Maison Deutz.</figcaption></figure><p><strong>Essa Maison se destaca pela consistência de seus produtos e por seus dois Top Cuvée’s, o excelente Cuvée William Deutz e o provocante Amour de Deutz.</strong></p><p>Fundada em 1838 in Aÿ, um dos principais vilarejos na grande região de Champagne, por William Deutz e Pierre-Hubert Geldermann, ambos alemães, da cidade de Aachen. Após pouco mais de 20 anos, a 2ª geração já tomaria a liderança da casa. Os filhos René Deutz e Alfred Geldermann focaram a expansão do negócio para fora da França e os resultados foram excelentes na Inglaterra, Alemanha e Rússia.</p><figure id="attachment_71515" aria-describedby="caption-attachment-71515" style="width: 307px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-Deutz-com-o-belissimo-Villarejo-de-Ay-ao-fundo.jpg"><img class="size-full wp-image-71515" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-Deutz-com-o-belissimo-Villarejo-de-Ay-ao-fundo.jpg" alt="" width="307" height="461" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-Deutz-com-o-belissimo-Villarejo-de-Ay-ao-fundo.jpg 307w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Vinhedo-Deutz-com-o-belissimo-Villarejo-de-Ay-ao-fundo-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 307px) 100vw, 307px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71515" class="wp-caption-text">Vinhedo Deutz com o belíssimo Villarejo de Aÿ ao fundo.</figcaption></figure><p>Já no inicio do século XX René Lallier, genro de René Deutz, iniciou um legado que está na empresa até os dias de hoje. Nem tudo para essa casa foram flores. A philoxera em 1911, a 1ª Guerra Mundial, a Crise de 1929 e a 2ª Guerra Mundial, foram desafios, mas que nunca tiraram o foco da família em produzir grandes champagnes, sempre com as melhores uvas de suas propriedades em Mesnil Sur Oger, Bisseuil, Pierry e Aÿ, dentres outras.</p><p>Em 1996 a família Rouzaud, proprietários da Maison Louis Roederer, já era a maior acionista da Maison Deutz e nomeou Fabrice Rosset para o cargo principal na casa. Fabrice investiu muito nas vinhas e na modernização da produção, mas sem nunca deixar de manter a qualidade e o estilo dos vinhos da Deutz. Os investimentos de 1997 a 2006 alcançaram 10 milhões de euros.</p><p>Recentemente, ano passado, mais 5 milhões de euros foram investidos na modernização da Cave tanto em novas prensas quanto em tanques e também na expansão dos túneis de estocagem das garrafas. Em 2011 a casa atingirá a produção de 2 milhões de garrafas por ano.</p><p>A convite de Fabrice Rosset, habitué de nosso País (esteve no Brasil 3 vezes nos últimos 2 anos), fomos durante minhas férias visitar a Maison. Pois bem, em 10 de janeiro último fazia muito frio em Reims quando Jean-Marc Lallier chegou ao hotel para nos levar a Aÿ. Jean-Marc, descendente direto de René Lallier, é o executivo responsável por marketing e comunicação.</p><figure id="attachment_71513" aria-describedby="caption-attachment-71513" style="width: 429px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/O-requintado-Salon-Rouge-da-Maison-Deutz.jpg"><img class="size-full wp-image-71513" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/O-requintado-Salon-Rouge-da-Maison-Deutz.jpg" alt="" width="429" height="538" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/O-requintado-Salon-Rouge-da-Maison-Deutz.jpg 429w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/O-requintado-Salon-Rouge-da-Maison-Deutz-239x300.jpg 239w" sizes="(max-width: 429px) 100vw, 429px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71513" class="wp-caption-text">O requintado Salon Rouge da Maison Deutz.</figcaption></figure><p>Também faz parte do grupo de degustação que elege todo ano os champagnes que vão ao mercado. Ao chegarmos a Champagne Deutz, logo na entrada vimos hasteada a Bandeira do Brasil. Uma homenagem que as grandes casas costumam fazer para seus visitantes estrangeiros.</p><figure id="attachment_71505" aria-describedby="caption-attachment-71505" style="width: 614px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Colheita-nos-Vinhedos-Deutz-em-Ay.jpg"><img class="size-full wp-image-71505" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Colheita-nos-Vinhedos-Deutz-em-Ay.jpg" alt="" width="614" height="410" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Colheita-nos-Vinhedos-Deutz-em-Ay.jpg 614w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/A-Colheita-nos-Vinhedos-Deutz-em-Ay-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 614px) 100vw, 614px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71505" class="wp-caption-text">A Colheita nos Vinhedos Deutz em Aÿ.</figcaption></figure><figure id="attachment_71511" aria-describedby="caption-attachment-71511" style="width: 401px" class="wp-caption alignright"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-e-Jean-Marc-Lallier-nas-Caves-da-Maison-com-a-desejadas-Garrafas-Mathuselah.jpg"><img class="size-full wp-image-71511" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-e-Jean-Marc-Lallier-nas-Caves-da-Maison-com-a-desejadas-Garrafas-Mathuselah.jpg" alt="" width="401" height="538" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-e-Jean-Marc-Lallier-nas-Caves-da-Maison-com-a-desejadas-Garrafas-Mathuselah.jpg 401w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-e-Jean-Marc-Lallier-nas-Caves-da-Maison-com-a-desejadas-Garrafas-Mathuselah-224x300.jpg 224w" sizes="(max-width: 401px) 100vw, 401px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71511" class="wp-caption-text">Luiz Gastão e Jean-Marc Lallier nas Caves da Maison com a desejadas Garra.</figcaption></figure><p>Logo após uma calorosa recepção começamos a visita. A primeira imagem foi mais uma obra de expansão que abrigava inúmeros trabalhadores, com os vinhedos ao fundo. A visita às Caves começou com as prensas, tanques de fermentação, engarrafamento e estocagem. Tudo novo e com a mais alta tecnologia. Descendo mais chegamos às Caves onde as garrafas ficam armazenadas. A Maison Deutz possui 8 quilômetros de Caves subterrâneas. Para um enófilo de carteirinha é prazeroso demais ver tantas garrafas, principalmente as de formatos especiais, como magnum (1,5 litros), Jeroboam (3 litros) e Mathuselah ou Matusalám (6 litros). É de dar água na boca.</p><p>Após uma longa e muito bem conduzida visita às Caves e às Vinhas com Jean-Marc, era a hora de voltar à bela casa para a sala de degustação onde já nos esperava Michel Davesne, enólogo chefe da casa e responsável final pela elaboração de todos os champagnes. A dupla Jean-Marc e Michel elaborou uma sensacional seleção para que conhecêssemos o estilo da casa e a evolução dos Champagnes.</p><figure id="attachment_71502" aria-describedby="caption-attachment-71502" style="width: 614px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-na-lindissima-Sala-de-degustacao-da-Maison-Deutz.jpg"><img class="size-full wp-image-71502" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-na-lindissima-Sala-de-degustacao-da-Maison-Deutz.jpg" alt="" width="614" height="459" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-na-lindissima-Sala-de-degustacao-da-Maison-Deutz.jpg 614w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Luiz-Gastao-na-lindissima-Sala-de-degustacao-da-Maison-Deutz-300x224.jpg 300w" sizes="(max-width: 614px) 100vw, 614px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71502" class="wp-caption-text">Luiz Gastão na lindíssima Sala de degustação da Maison Deutz.</figcaption></figure><figure id="attachment_71510" aria-describedby="caption-attachment-71510" style="width: 344px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Jean-Marc-ao-lado-do-enologo-Michel-Davesne.jpg"><img class="size-full wp-image-71510" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Jean-Marc-ao-lado-do-enologo-Michel-Davesne.jpg" alt="" width="344" height="461" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Jean-Marc-ao-lado-do-enologo-Michel-Davesne.jpg 344w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Jean-Marc-ao-lado-do-enologo-Michel-Davesne-224x300.jpg 224w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71510" class="wp-caption-text">Jean-Marc ao lado do enólogo Michel Davesne.</figcaption></figure><p>Começamos pelo carro chefe, o <strong>Deutz Brut Classic</strong>, que estava excelente e mostrando o estilo Deutz de ser, com muito frescor, elegância e caráter mineral. O Classic provado é elaborado a partir de 1/3 de cada casta permitida na região de Champagne, ou seja, Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. Predominantemente safra 2007 com 20% de vinhos de reserva das safras 2005 e 2006. Vale ressaltar que o Champagne Brut não safrado é uma arte de <em>blending </em>e que tem como objetivo, apesar das mudanças de cada safra, preservar o estilo da casa. Na sequência provamos o <strong>Brut Millésimé 2005</strong>. A primeira impressão foi o <em>mousse</em> (como os franceses chamam as borbulhas explodindo na taça). Aromas deliciosos de brioche e mel. Boca firme com fruta madura (maçãs). A safra em questão foi muito boa na região.</p><figure id="attachment_71508" aria-describedby="caption-attachment-71508" style="width: 161px" class="wp-caption alignright"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Cuvee-William-Deutz-1999-HD.jpg"><img class="size-full wp-image-71508" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Cuvee-William-Deutz-1999-HD.jpg" alt="" width="161" height="538" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Cuvee-William-Deutz-1999-HD.jpg 161w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Cuvee-William-Deutz-1999-HD-90x300.jpg 90w" sizes="(max-width: 161px) 100vw, 161px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71508" class="wp-caption-text">Cuvée William Deutz 1999 HD.</figcaption></figure><p>Os dois próximos champagnes eram mesmo de tirar o fôlego. Foram servidos dois <strong>Cuvée William Deutz, o 1996 e 1988</strong>, justamente para podermos entender como os champagnes de alta gama são na juventude e como evoluem. Quando acessamos o 1996, Davesne exclamou: “Big Year”.  Realmente a safra de 1996 talvez tenha sido a mais espetacular dos últimos 30 anos na região. Elaborado a partir de 70% de Pinot Noir, 25% de Chardonnay e 5% de Pinot Meunier, apresentava muito frescor, maçãs e um caráter cítrico, lembrando casca de laranja. Um vinho fabuloso e profundo. O irmão mais velho por incrível que parece estava mais fechado e tivemos que esperar alguns minutos para que ele desabrochasse. Impressionou muito também, apesar de ter menos profundidade. Minhas avaliações para esses dois sensacionais champagnes foram 96 e 94 pontos, respectivamente. Após essa espetacular sequência tivemos dois Rosés e um Blanc de Blancs, que propositalmente Jean-Marc deixou para o final. O Rosé elaborado a partir de 90% de Pinot Noir e 10% de Chardonnay tem cor rosa acentuada e aromas de morangos e cerejas. Gustativamente estava muito prazeroso e mostrava com precisão o caráter da Pinot Noir em um champagne rosé. O <strong>Rosé Millésimé 2006</strong> estava muito interessante e para mim foi mais um momento especial, pois esse foi meu primeiro champagne da safra 2006 millésimé, que segundo Davesne, foi muito boa para os vinhos da casa. De cor rosa ainda mais profunda que a anterior apresentava uma <em>perlage</em> finíssima e não muito veloz. Fruta vermelha madura com enorme riqueza nos aromas. Em boca é sutil e com a Pinot Noir ainda mais marcante. Excelente e com muita vida pela frente. A última garrafa era o <strong>Blanc de Blancs 1988</strong>. Como o próprio nome diz branco de brancas, ou seja, produzido a partir de 100% de Chardonnay. Já bem mais evoluído e com deliciosa nuance tostada em boca. O interessante e inusitado mesmo foi comparar lado a lado dois champagnes da mesma safra, 1988, um com Pinot Noir predominante, o Cuvée William Deutz  e o outro 100% Chardonnay. Como não podia deixar de ser o Cuvée William Deutz estava mais intenso que o Blanc de Blancs.</p><p>E quando achamos que tinha acabado, Jean-Marc havia planejado um almoço e como não poderia deixar de ser, com mais champagne. O <em>menu</em> especialmente elaborado para a ocasião foi meticulosamente harmonizado com mais três champagnes. Começamos com o irmão mais novo do último da degustação, ou seja, o <strong>Blanc de Blancs, da especial safra de 2004</strong>. Complexidade aromática impressionante. A fruta madura está presente, com a pêra e maçã, seguida de tons de frutas secas, toques de mel, fermento e um final levemente tostado. Muito cremoso em boca. Conjunto entre acidez, álcool e fruta excelente. Retrogosto duradouro. Esbanja classe.</p><figure id="attachment_71512" aria-describedby="caption-attachment-71512" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Menu-do-Almoco-oferecido-pela-Maison-Deutz-em-10-de-janeiro-ultimo.jpg"><img class="size-full wp-image-71512" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Menu-do-Almoco-oferecido-pela-Maison-Deutz-em-10-de-janeiro-ultimo.jpg" alt="" width="512" height="383" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Menu-do-Almoco-oferecido-pela-Maison-Deutz-em-10-de-janeiro-ultimo.jpg 512w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/Menu-do-Almoco-oferecido-pela-Maison-Deutz-em-10-de-janeiro-ultimo-300x224.jpg 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71512" class="wp-caption-text">Menu do Almoço oferecido pela Maison Deutz.</figcaption></figure><p>Após esse início tínhamos pela frente a dupla de <strong>Cuvée William Deutz safra 1999, a Brut e a Rosé</strong>. O Brut de cor dourada e fina <em>perlage</em> tem um nariz marcante com frutas maduras (pêssegos), tons florais deliciosos e um toque final especiado. Excelente e colecionável. Já o Rosé tinha delicada <em>perlage</em> e com uma cor rosa mais clara. Visualmente, é extremamente provocante e charmoso. Aromaticamente, é sensacional, voluptuoso. Firmes nuances de frutas vermelhas maduras (framboesas) e tons adocicados, que nos remetem a um bom Pinot Noir (sua composição é 75% de Pinot Noir com 25% de Chardonnay). Na boca, é muito firme e profundo. Final de boca longo e marcante.</p><p>Logo após o o almoço finalizaríamos a visita a Maison Deutz, mas não a degustação. No Jantar escolhi o Restaurante Le Millenaire no centro de Reims para jantar com a família e comemorar o aniversário do meu filho caçula. E mais uma surpresa de Jean-Marc e da Maison Deutz. Esperava por nós uma <strong>Amour de Deutz 1999</strong>, safra do aniversariante. E foi assim que acabou nossa visita a região de Champagne, pois no dia seguinte partimos para a Borgonha. No português mais claro possível, fechamos com chave de ouro, pois o Amour de Deutz 1999 estava simplesmente espetacular.</p>						</div>
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		<title>Giuseppe Mazzocolin: O professor que virou vinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Gastão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2020 15:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fattoria de Fèlsina é uma das mais importantes casas da Toscana na produção de vinhos Sangiovese in purezza. O Veneziano professor de literatura Giuseppe Mazzocolin casou-se com a filha de um agricultor da Toscana, que em 1966 adquiriu uma propriedade ao sul de Siena, mais especificamente em Castelnuovo Berardenga, denominada anos depois de Fattoria [&#8230;]</p>
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							<p>O Veneziano professor de literatura Giuseppe Mazzocolin casou-se com a filha de um agricultor da Toscana, que em 1966 adquiriu uma propriedade ao sul de Siena, mais especificamente em Castelnuovo Berardenga, denominada anos depois de Fattoria di Fèlsina Berardenga.</p><figure id="attachment_71463" aria-describedby="caption-attachment-71463" style="width: 553px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO1.jpg"><img class="wp-image-71463 size-full" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO1.jpg" alt="" width="553" height="372" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO1.jpg 553w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO1-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71463" class="wp-caption-text">Fachada da Adega Fèlsina Berardenga.</figcaption></figure><p>Durante alguns anos esse simpático Veneziano continuou sua cátedra em Florença e tinha o negócio do sogro como um complemento de seu dia a dia como Maestro, de Literatura. Maestro é como um professor é chamado na Itália.<br />Em 1982 o Maestro parou com sua profissão e começou a se dedicar integralmente a <a href="https://www.felsina.it/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Fattoria di Fèlsina</strong></em></span></a>. Giuseppe fala com orgulho de suas origens (pai e mãe também venezianos), mas quando fala de suas propriedades que herdou na Toscana, se revela um grande apaixonado por essa encantadora região. Mostra ainda mais paixão quando começa a recitar sobre a <strong>Sangiovese</strong>, a casta mais importante de toda essa linda região da Itália. A casta em questão é controversa, pois não encanta a todos.<br />Alguns produtores da região chegam a dizer que pretendem fazer um vinho Sangiovese free, mas esses, para a nossa felicidade são poucos. A Sangiovese é a espinha dorsal dos Vinhos do Chianti e a casta do monovarietal e disputadíssimo Brunello di Montalcino, que na região de Montalcino é chamada de Sangiovese Grosso.<br /><strong>Giuseppe</strong> um admirador de nosso país e de nossa cultura veio nos visitar pela terceira vez. Giuseppe e Ciro Lilla da Importadora Mistral organizaram alguns eventos em São Paulo e Rio para divulgar os vinhos da Fattoria. Para os jornalistas e opinion makers organizaram um excepcional jantar no Restaurante Biondi no Itaim Bibi, em São Paulo. O evento se distinguiu da maioria dos eventos com produtores, por um motivo muito especial. Giuseppe trouxe na mala vinhos mais antigos para serem degustados ao lado dos vinhos disponíveis em sua importadora aqui no Brasil. O intuito de nosso professor era mostrar como a Sangiovese evolui com o passar dos anos.</p><figure id="attachment_71467" aria-describedby="caption-attachment-71467" style="width: 574px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO5-1.jpg"><img class="size-full wp-image-71467" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO5-1.jpg" alt="" width="574" height="346" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO5-1.jpg 574w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO5-1-300x181.jpg 300w" sizes="(max-width: 574px) 100vw, 574px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71467" class="wp-caption-text">Maurício Tagliari, Giuseppe Mazzocolin e Luiz Gastão no Grand Tasting Fèlsina.</figcaption></figure><p>Ao chegar ao Restaurate Biondi o simpático Giuseppe nos esperava ao lado do proprietário da Casa, Bruno Previatto e dos hosts da importadora, Rodrigo Mainardi e Claudia Motta, alem da Sommelière Laura Wortmann.<br />Fomos recebidos com uma taça do branco Pepestrino da safra 2008. Um vinho fresco elaborado a base da cepa Trebbiano Toscano (70%) com o restante de Sauvignon Blanc e Chardonnay, em partes iguais. Excelente mesmo para começar um evento, pois combinava toques verdes e tons florais com uma apetitosa acidez. Branco para ser consumido jovem.<br />Logo após esse inicio o que impressionou foi o serviço do vinho. À mesa todos tínhamos as taças já com seus vinhos tintos servidos, eram nove.<br />A taça do branco, um Chardonnay puro, o fabuloso I Sistri 2007, ainda estava vazia. Todo esse mise en scène foi para que os vinhos estivessem prontos para serem degustados com a temperatura ideal, o que foi confirmado durante a degustação. Palmas para a craque Laura.<br />Vale destacar que o serviço do vinho em questão foi de classe internacional e um dos melhores já presenciados aqui no Brasil.</p><figure id="attachment_71468" aria-describedby="caption-attachment-71468" style="width: 553px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO6.jpg"><img class="size-full wp-image-71468" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO6.jpg" alt="" width="553" height="310" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO6.jpg 553w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO6-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71468" class="wp-caption-text">Seleçao dos 9 Tintos Fèlsina degustados no Restaurante Biondi em São Paulo.</figcaption></figure><p>O chefe de cozinha do Biondi, o extra-jovem Rodolfo de Santis, preparou um menu que estava de dar água na boca e que no decorrer do jantar se mostrou excepcional.</p><p>Nosso assunto aqui, além da dica do restaurante, é ressaltar a qualidade do serviço do vinho, comentar os vinhos e contar como foi um pouco da “dissertação” que Giuseppe conduziu na degustação que teve a casta Sangiovese como protagonista.</p><figure id="attachment_71465" aria-describedby="caption-attachment-71465" style="width: 573px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO3.jpg"><img class="size-full wp-image-71465" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO3.jpg" alt="" width="573" height="382" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO3.jpg 573w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO3-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 573px) 100vw, 573px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71465" class="wp-caption-text">O chefe de cozinha do Biondi, o extra-jovem Rodolfo de Santis, preparou um menu que estava de dar água na boca e que no decorrer do jantar se mostrou excepcional.</figcaption></figure><p>Os dois primeiros tintos apresentados foram o Fèlsina Chianti Classico 2007 e Fèlsina Chianti Classico Riserva 2006.<br />Parece que foi de propósito, pois nesse momento provoquei Giuseppe, tentando induzir qual safra foi melhor na região, 2006 ou 2007. Depois de 10 minutos debatendo sobre o assunto, a conclusão foi: as duas safras foram extraordinárias e estão entre as melhores de todos os tempos na região. Tive a oportunidade de degustar dezenas de grandes vinhos da Toscana dessas duas safras e continuo com a dúvida. Pessoalmente percebo os 2006, quase sempre, mais exuberantes enquanto os 2007 são mais profundos. <br />Desses dois Sangiovese in purezza, o Classico 2007 levou leve vantagem. Esse é o mais espetacular Chianti Classico da casa elaborado ao lado do inesquecível 1997.</p><figure id="attachment_71466" aria-describedby="caption-attachment-71466" style="width: 103px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO4.jpg"><img class="size-full wp-image-71466" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO4.jpg" alt="" width="103" height="340" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO4.jpg 103w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO4-91x300.jpg 91w" sizes="(max-width: 103px) 100vw, 103px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71466" class="wp-caption-text">O fenomenal Chianti Classico Riserva Rancia 2006.</figcaption></figure><p>Depois desse delicioso inicio tínhamos três vinhos de cada um dos destaques da casa, que são o Chianti Classico Riserva Rancia e o Super Toscano Fontalloro. Do primeiro, um single vineyard, estavam à mesa o 1994, o 2001 e o 2006, já do segundo, o Fontalorro, tínhamos 1990, 1995 e 2005. Tanto Rancia quanto Fontalloro são também produzidos a partir de 100% Sangiovese. O Tasting foi mesmo emocionante e parecia uma obra de Dante Alighieri, de tão belo que foi.<br />Todos os vinhos estavam totalmente íntegros e fez com que os presentes concluíssem o que a casta Sangiovese pode proporcionar, seja em plena juventude ou com notória evolução.<br />O Rancia 2006 confirmou o que uma boa safra pode produzir em um grandíssimo ano. Talvez em toda minha vida esse tenha sido o Chianti, Sangiovese in purezza, mais espetacular já provado quando jovem.<br />São vinhos como esse que me fizeram ficar completamente apaixonado pelos grandes tintos da Toscana da Safra 2006.</p><p>Mas a grande surpresa da noite foi o Rancia 1994. Um vinho perfeito em todos os sentidos. A primeira sensação foi a de me lembrar desse vinho, que tive a oportunidade de degustar por diversas vezes, sendo a última há cerca de 5 anos. A segunda sensação foi a de ter o prazer de beber um vinho em sua plenitude. Seu equilíbrio nos aromas estava fabuloso e em boca tudo parecia ter sido milimetricamente balanceado. Seus taninos maduros pareciam ter sido polidos um a um. Um tinto inesquecível.<br />Apesar de ser também de uma grande safra, o Rancia 2001, ficou atrás dos 2 irmãos, e de certa maneira distante. Isso não quer dizer que não é um bom vinho. O patamar da comparação foi muito alto.<br />Dos Fontalloro tivemos mais uma aula de nosso Maestro. A aula é uma alusão a explanação precisa da diferença dos vinhos apresentados, apesar de ambos serem 100% Sangiovese.</p><figure id="attachment_71464" aria-describedby="caption-attachment-71464" style="width: 553px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO2.jpg"><img class="size-full wp-image-71464" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO2.jpg" alt="" width="553" height="360" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO2.jpg 553w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO2-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71464" class="wp-caption-text">Vista da Adega com o Vinhedo Rancia no inverno.</figcaption></figure><p>O vinhedo Rancia fica em uma região com mais florestas ao redor, mais úmido, produzindo quase sempre vinhos com mais acidez, enquanto que o Fontalloro é um vinho elaborado a partir de 3 vinhedos diversos, com clima mais quente, produzindo vinhos mais com mais extrato e toques de terra e trufas.<br />Dos Fontalloro tivemos uma situação parecida com a degustação dos Rancia, pois 2 vinhos foram superiores e outro menos impactante.<br />O Fontalloro 1990 estava sensacional e totalmente pronto, como o Rancia 1994. O 1995 estava apetitoso, mas lhe faltou estrutura para competir com seus outros irmãos.<br />O grande destaque dessa série foi o Fontalloro 2005, que exibiu um excelente volume de frutas vermelhas maduras entrelaçadas com deliciosa madeira, tons minerais e um final vibrante. Esse vinho foi o 3º melhor dentre os Sangiovese, logo atrás do campeão Rancia 1994, seguido do espetacular Rancia 2006.</p><p>Depois dessa aula sobre a grande Sangiovese foi servido o Maestro Raro 2006. Esse vinho é produzido a partir de 100% de Cabernet Sauviginon, que foi batizado com esse inusitado nome, uma espécie de homenagem ao nosso querido professor Giuseppe. Um vinho de estrema estrutura e que prima pela tipicidade. Sente-se claramente o estilo Cabernet Sauvigonon com um acento de pimenta, alcaçuz e tons herbáceos. Mais um grande tinto da safra 2006 na Toscana.</p><figure id="attachment_71462" aria-describedby="caption-attachment-71462" style="width: 103px" class="wp-caption alignright"><a href="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO7.jpg"><img class="size-full wp-image-71462" src="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO7.jpg" alt="" width="103" height="350" srcset="https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO7.jpg 103w, https://globalsoul.club/wp-content/uploads/2022/05/FOTO7-88x300.jpg 88w" sizes="(max-width: 103px) 100vw, 103px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71462" class="wp-caption-text">O delicioso Fèlsina Vin Santo 2000.</figcaption></figure><p>Para fecharmos La Grande Giornata nos foi oferecido o Vin Santo Del Chianti Classico 2000. Produzido a partir da já citada Trebbiano (cerca de 45%), Malvasia (cerca de 35%) e 20% de Sangiovese. Esse branco estava reluzente, delicioso, mostrando uma doçura encantadora com frutas como abacaxi, damascos e pêssego, tudo muito bem evolvido com uma boa madeira, tons lácteos e um final incrível. Finalizamos seguramente a melhor noite de um ano, que promete muito, pois afinal de contas só tivemos dois meses transcorridos.<br />Os vinhos da Fattoria de Fèlsina são importados para o Brasil pela Mistral<span style="text-decoration: underline;"><em><strong> </strong></em></span><a href="http://www.mistral.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>(www.mistral.com.br)</strong></em></span></a></p>						</div>
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